Sobrevivente de grave acidente aéreo ressalta quanto o seguro de vida foi importante em seu tratamento

FONTE: CQCS

Thiago Torres 1º tenente R2 de infantaria contou como o seguro de vida foi extremamente importante e ajudou na sua recuperação depois de um acidente de avião. “Minha vida mudou em 21 segundos”, destacou. 

Ele nem imaginava como a decisão de ter feito mais duas apólices de seguro de vida pudessem ajudar na sua recuperação depois de ter sobrevivido a um acidente aéreo que deixou 55% do corpo dele queimado. “Eu era passageiro de um avião de pequeno porte e 21 segundos depois de decolar, o avião caiu e pegou fogo. Quatro pessoas morreram imediatamente”, recordou.

Thiago desistiu de ser corretor de seguros para realizar o sonho de empreender e realizar o sonho de ter uma empresa de aviação focada em helicópteros. “No meu almoço de despedida, decidi fazer mais duas apólices já que na minha nova atividade estaria mais exposto a riscos e uma apólice melhor poderia fazer toda a diferença na vida da minha família”, afirmou

Depois do acidente, Thiago ficou 52 dias internado no hospital. Ele ficou em coma e no dia do acidente, sua esposa recebeu a notícia de que se ele sobrevivesse a 72 horas, poderia levar 6 meses para se recuperar, ficaria 2 anos sem se expor ao sol e ainda existia o risco de morrer de desnutrição, além de correr o risco de ter de amputar as mãos e os pés.

“Quantos de vocês ou quem de vocês está preparado psicologicamente e financeiramente para uma situação como essa?”, questionou.

Depois de sair do hospital ele teve de reaprender a andar, escrever e comer. “Descer uma escada era uma tortura. Sete meses depois eu precisava de ajuda para ir ao banheiro. Minha esposa foi meu porto seguro, ela cuidou de mim. É um processo longo, desgastante e sem o seguro de vida isso teria sido muito mais difícil”, ressaltou. 

Ele disse que com o dinheiro de uma das apólices, a esposa pode abrir mão do trabalho para cuidar dele 24 horas por dia. “Ela foi meu porto seguro”.

Thiago lembrou que quando assinou as duas apólices, foi quando abriu a empresa de transporte aéreo, tinha medo de sofrer acidente e ficar muito tempo internado. “Isso fez toda diferença pra mim”, destacou.